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Davi e o letramento



Desde que Davi fez 1 ano, percebi que ele demonstrava um curioso interesse pelas letras e pelos números.
Achava estranho um bebê, se interessar pelo mundo das letras muito antes de ser inserido a vida escolar. Bom, esta certo que sou professora... mas, nunca fiquei forçando esse tipo de aprendizagem precoce. Apesar de sempre colocar vídeos educativos pra ele assistir, nunca esperava que fosse possível meu bebê aprender o nome das letras e reconhecer e nomear os números tão cedo. 

 
Percebi que ele foi aprendendo e se interessando cada vez mais em saber o nome das letras do alfabeto, "lia" os números e fazia contagem... com 1 ano e 8 meses ele já estava contando e lendo os números até 10 e sabia todas as letras do alfabeto.
Todo mundo ficava impressionado com a sabedoria do meu bebê precoce.
Tenho que dar um pouco de crédito ao papai do Davi. Como, antes de ir a escola, o pai ficava com ele no período da manhã, passou a dedicar o tempo ao ensino... e o Davi como bom "aluno" aprendia tudo o que o papai ensinava.



Agora com 1 ano e 11 meses, além de reconhecer o seu nome, conhece todas as letras do alfabeto (em português e inglês), os números até 10 (alguns entre 10 e 20), conta até 20, e agora já sabe as cores Azul, Amarelo, Vermelho, Laranja, Preto e Verde. Canta muitas musiquinhas que o papai e eu, e também a escola ensinamos. Gosta de ouvir historias e "ler" seus livrinhos de banho.
Acho uma graça aquele "toco" de gente que não sabe nem falar direito, dizendo coisas que era pra aprender somente a daqui algum tempo.

Mas, agradeço a Deus todos os dias por ter me dado essa criança tão esperta e inteligente, fico cada dia mais orgulhosa dele e pretendo dar sempre o melhor de mim para que ele evolua em sua aprendizagem e tenha boas oportunidades para ter uma vida plena e feliz enquanto cresce e se desenvolve.


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Era uma vez um bercinho...

Era uma vez... o bercinho que virou caminha...
Tive que tomar coragem pra dar esse passo, me desfazer dos restinhos que sobraram do meu bebe já crescido, não foi tão simples assim... Tirar o berço e colocar a cama, exigiu de mim, semanas de reflexão.
Eu estava com receio de colocar a cama e o Davi estranhar, não querer ficar lá e levantar a noite pra ir até a nossa cama... mas eu estava errada, medo bobo de mãe, Davi amou a ideia, acompanhou todo o processo de pertinho ansioso... viu quando o papai e eu desmontamos o berço, o transformando em caminha. E quando foi a noite, fiz todo o processo da rotina do sono, mamou, escovou os dentes, fizemos a oração, dei beijo e boa noite, e  então ele simplesmente dormiu!!!! Orgulho da mamãe e do papai...
Pois é, simples assim... eu toda receosa e meu bebê mais uma vez me surpreendeu!!!
Então, a dica é essa, quem ainda não teve coragem de vencer mais essa etapa... CORAGEM!!! Nossos filhos sempre nos surpreendem!!!

Mas pra quem ainda tem dúvidas se está na hora de passar do berço para a caminha, achei essa matéria super legal no Baby Center, pode conferir nesse link  A transição para a cama.
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1 ano e 11 meses...

Meu Davi está crescendo rápido, ainda ontem era um bebezinho que precisava de mim para tudo, e agora já está ficando a cada mais independente...

Desenvolvimento físico: brincando de se vestir

À medida que se aproxima dos 2 anos, seu filho começa a demonstrar interesse em pôr e tirar as próprias roupas. Camisetas folgadas, casacos, jaquetas e pijamas de zíper são os itens mais fáceis para praticar. Muitas crianças gostam de brincar com as roupas também, então facilite a sua vida e já separe peças como chapéus ou lenços velhos para deixar à disposição.

Outra novidade é que agora ele já consegue abaixar para pegar alguma coisa sem ter que agachar. Ele vai tentar ficar de pé na ponta dos pés e pular tirando os dois pés do chão. Prepare também o coração para as inúmeras subidas e descidas de escadas sem que seu filho queira ajuda nenhuma (mais uma maneira de provar o gostinho da independência).

Cérebro afiado

Com 1 ano e 11 meses, muitas crianças têm maturidade cerebral e coordenação motora para montar um quebra-cabeça de três a seis pecinhas (daqueles bem básicos de madeira para encaixar animais ou formas, por exemplo). Algumas já esboçam desenhos de círculos (sem muita definição da forma, claro) e linhas verticais e horizontais.

Incentive o desenvolvimento dessas habilidades tendo à mão giz de cera e tinta (use sempre materiais apropriados para crianças e com selo de qualidade do Inmetro) para fazer arte. Participe das brincadeiras escrevendo e desenhando também, assim seu filho assistirá e terá vontade de copiá-la.

Outras atividades que exercitam a comunicação do cérebro com as mãos incluem encher e esvaziar vasilhas de água, medir e colocar a comida do cachorrinho no prato dele ou amassar massinha (vale também massa de pão de verdade) para fazer bolas ou minhocas. É bem provável que a criança se molhe ou se suje, mas os ganhos compensam.

Desenvolvimento emotivo e social: imitando crianças maiores

A partir de agora, seu filho demonstrará mais interesse em brincar com outras crianças e imitá-las. Se tiver irmãos mais velhos, não se surpreenda de vê-lo seguindo o irmão ou irmã o dia inteiro. Ele vai tentar fazer a cesta no basquete ou ninar a boneca do mesmo jeito, e poderá tentar conquistar o amor do irmão oferecendo sua própria bolacha ou algum outro "bem" de grande valor.

Caso esteja grávida de novo, os especialistas recomendam contar à criança sobre o bebê com, no máximo, três ou quatro meses de antecedência. Nessa altura, sua barriga já terá crescido e o nascimento não estará tão longe assim para uma criança que ainda não entende direito o conceito de futuro.

Elogio na medida certa

Ele já começou a se referir a si próprio pelo nome ou pelo pronome "eu"? Essa é uma indicação importante de que seu filho passou a entender que é uma pessoa diferente e separada de você.

Aproveite todas as oportunidades para elogiar algo que ele tenha feito sozinho, o que só vai incentivar a autoconfiança.

Tente evitar comentários genéricos do tipo "Que menino sabido!" e fale especificamente sobre o feito do momento: "Adorei o jeito que você empilhou os bloquinhos para fazer essa torre tão grande".

Comportamento: apego e medos

Se aquela criança destemida e independente de repente não quer largar de você nem por um minuto, não se preocupe. Nesta idade, esse tipo de comportamento pode simplesmente indicar uma imaginação fértil. Às vezes é o aspirador que vira um engolidor de crianças ou é o monstro que se esconde debaixo da cama (especialmente depois da transição do conforto e segurança do berço para uma caminha maior).

Esses medos podem parecer irracionais para você, mas, para uma criança que está começando a notar o mundo, são extremamente reais. Procure não menosprezar os temores do seu filho (faça, por exemplo, uma busca pelo tal do monstro embaixo da cama) e sempre converse sobre o que o aborrece tanto.

Lembre-se ainda de que a imaginação pode ser grande, mas o vocabulário de uma criança ainda não é, então às vezes caberá a você decifrar a fonte do medo.

Não esqueça também aquela velha lição seguida com bebês menores: quando for sair, diga aonde vai, explique quem cuidará dele e dê um tchau rápido, sem estender e fazer drama. Se possível, antes de sair, envolva-o em uma atividade com a pessoa que ficará cuidando dele.

Desenvolvimento da linguagem: montando frases

Crianças de quase 2 anos costumam obedecer ordens simples como "Venha aqui para eu botar o seu tênis" ou "Pega o copinho para a mamãe". Elas falam cerca de duas dúzias de palavras de forma mais clara e muitas outras ainda não tão fáceis de entender -- e por isso nem soam como palavras de verdade. Mas logo logo o vocabulário vai crescer tanto que você nem vai mais conseguir lembrar de todas as gracinhas que ele diz.

Seu filho pode dizer frases curtas como "Cabô mamá" ou "Qué papá" e responder a perguntas como "Qual é o seu nome?" e "Como é que o cachorrinho faz?". Você já não terá mais que adivinhar tanto o motivo dos choros, porque ele aprendeu a utilizar as palavras (mesmo as que inventou ou "adaptou") para expressar sentimentos e sensações.

Outro conceito que começa a ser entendido é o de opostos, como pequeno e grande ou pouco e muito. Aproveite para mostrar figuras e ilustrações em livros, porque a leitura é uma das melhores formas de aprimorar a linguagem. Procure histórias em que haja vários objetos, tanto familiares como outros mais novos. Ao ler, faça uma pausa de vez em quando e pergunte algumas coisas sobre o livro ("O que o gatinho está fazendo? "Cadê o menino?"). 

Fonte: Baby Center

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1 ano e 10 meses

 Davi está falante, esperto, carinhoso, sorridente, faz muitas birrinhas (parece que já entrou na crise dos dois anos antes do tempo)...

Como seu filho está crescendo

Seu filho começa a ter objetivos e ideias próprias, como quando empurra um carrinho por um determinado caminho que traçou ou monta uma pequena torre de bloquinhos. Ele também passará a se importar com os resultados e consequências do que faz: vai ficar feliz quando conseguir o que quer, e frustrado se fracassar. Tudo isso faz parte da construção da independência.

Sua vida: aprendendo a lidar com caprichos

Uma hora ele só quer colo e abraços e, de repente, faz birra e quer distância de você? Não leve tamanhas mudanças de vontade a mal, porque elas simplesmente indicam que seu bebê está crescendo.

Com o passar do tempo, seu filho fica mais interessado em brincar com outras crianças. Poderá imitar um irmão mais velho que já sabe jogar futebol ou seguir a meninada no pátio brincando de pega-pega.

Mais um ano vem aí...

Logo logo o segundo aniversário vai chegar e já é hora de pensar na festinha. Se for só fazer um bolo em casa, não é preciso esquentar muito a cabeça, mas se estiver considerando uma festa maior, comece o planejamento. Que tipo de brinquedos, entretenimento e comida são apropriados para crianças de 2 anos?

Inclua seu filho no projeto, perguntando, por exemplo, quem ele quer convidar para a comemoração ou qual o bolo que mais gosta. Desta maneira, ele vai saber o que esperar no dia. Uma festa grandiosa demais, com muitos convidados e atividades, pode assustar a criança. Você, melhor do ninguém, sabe avaliar como seu filho reagirá a um evento desse tipo.

Desenvolvimento físico: dedinhos ágeis

Fique só de olho para ver como seu filho vai usar as mãos e os dedos para construir torres de bloquinhos, encaixar peças ou tentar passar uma fita por um buraco feito no papel. Brincar com massinha ou argila também é uma ótima forma de aperfeiçoar as habilidades motoras.

Os pequenos movimentos de dedos, mãos e pulso envolvidos nessas atividades são a base para a construção de outras importantíssimas conquistas físicas e mentais. Por exemplo, para fazer uma torre, a criança precisa saber como empilhar as peças e bolar um plano em sua cabeça para criar a estrutura.

Muitos gols pela frente

Outra habilidade mais desenvolvida nesta fase é a de chutar uma bola grande sem cair. Não se preocupe se seu filho estiver tendo certa dificuldade para se equilibrar em uma perna só a fim de chutar com a outra. Simplesmente mostre como se faz e depois jogue a bola para que ele tente. Festeje mesmo que ele só consiga encostar a pontinha do pé e fazer um minimovimento: "Que golaço!".

É possível que a criança já esteja craque em correr, mas não muito boa em parar ou virar para um lado uma vez que tenha pego impulso. Prepare-se para as quedas e os muitos machucados que vêm pela frente, até que a coordenação para desacelerar melhore.

Desenvolvimento emocional e social: olha só quem manda!

Agora que consegue se comunicar com palavras e gestos, seu filho pode se revelar um belo mandão. Mas a verdade é que ele só está experimentando para ver como a comunicação afeta as pessoas ao redor.

Pode ser que ele grite "Não!" assim que você começar a cantar uma música que ele adora. Não é que ele queira mesmo que você pare. Serve mais é para observar como você responde a uma ordem.

"Olha!" (ou mais precisamente "óia!") é outra coisa frequente que sai da boca das crianças nesta idade, que anseiam muito pela aprovação dos pais. Mostre que você notou os desenhos, o brinquedo ou o que quer que seu filho esteja apontando. Palavras de incentivo servem para que ele tenha confiança em continuar a explorar novidades.

Amigos e inimigos

Há crianças que cobrem os pais de abraços e beijos e respondem correndo quando são chamadas. Gostam também de se mostrar prestativas, embora não saibam direito o que quer dizer cooperar -- ajudam mais por perceber que isso alegra os adultos.

Outras, contudo, passam a ser desobedientes e desafiadoras. Se seu filho não anda lá muito carinhoso e bem comportado, tenha paciência, já que este é um momento confuso para as crianças, porque ainda não conseguem expressar direito o que sentem.

Procure entender se há algum motivo específico para as birras (chegada de um novo irmão? mudança de casa? doença na família?). Às vezes uma criança fica cheia de sentimentos que não sabe como explicar. Faça muitas perguntas e demonstre sempre o seu amor.

A volta das noites em claro!

Sonecas da tarde longas demais podem acabar afetando o sono da noite e trazendo de volta as temidas madrugadas sem fim para toda a família. A partir de agora, talvez você tenha que limitar o soninho diurno, fazendo experiências para ver quanto de tempo é necessário para deixar seu filho revigorado sem prejudicar o sono da noite.

Outra coisa importante é ter aquela famosa rotina de dormir bem estabelecida. Pode ser um banho seguido de uma história ou música, mas não vale ficar no quarto até a criança dormir. Crianças acostumadas a pegar no sono sozinhas voltam a dormir mais fácil quando acordam no meio da noite do que aquelas acostumadas a um colo ou à presença de um adulto no quarto.

Desenvolvimento da linguagem: entendimento das palavras

O vocabulário típico de uma criança de 1 ano e 10 meses geralmente consiste em cerca de 20 palavras, e muitas já conseguem combinar algumas para fazer perguntas ou comentários.

Isso não significa que é para começar a fazer listinhas das palavras! Lembre-se de que as crianças entendem muito mais do que falam, e a compreensão é essencial para o desenvolvimento da linguagem. Assim sendo, o "vocabulário" acaba sendo muito maior do que parece.

Se você apontar para partes do corpo, é bem provável que ele consiga dizer o nome de cinco ou mais, mas, se ainda não tiver chegado lá, veja se ele mostra no próprio corpo onde está a que você perguntou ("Cadê o nariz do João? E a boca?...").

Prazer da leitura

A maioria das crianças adora olhar livros e identificar dentro deles objetos familiares (mesmo quando o livro está de cabeça para baixo). Mesmo que não dê para prender por muito tempo a atenção delas nesta idade, não é necessário ler correndo para terminar a história. Na realidade, quanto mais rápido você ler, menos atenção despertará.

Procure ler devagarinho para que seu filho compreenda a história e permita que ele vire as páginas e procure as figuras ou objetos que possa identificar e nomear. Pare quando notar cansaço. Momentos de leitura prazerosa e cercada de carinho são muito mais importantes do que chegar ao final da história.

Fonte: Baby Center


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Davi vai à escola...


Meu príncipe já está indo para a escola!!!
Pensei que fosse dar muito mais trabalho, chorar horrores... mas não! 


Primeiro dia (1 hora), chorou um pouco, fez birrinha... gritou a mamãe por algum tempo (de partir o coração)... mas depois acalmou, ficou bem.
Segundo dia (2 horas), chorou mais do que o dia anterior, se agarrou em mim, e não queria ir de jeito nenhum... mas depois que entrou na sala, parou de chorar.
Terceiro dia (3 horas), foi com a tia mas chorou resmungando, deu uma dózinha... mas depois ficou bem....
A partir o quarto dia, só fez um denguinho pra entrar, mas ficou bem pelo resto do período. nos primeiros dias eu ligava na creche pra saber como ele estava, e sempre me falavam que ele estava bem!!!
Bom , enfim... meu bebê está crescendo e já fica longe de mim e do papai na escola... 


 Sei que é muito bom pro desenvolvimento social da criança, a convivência com outras pessoas, sobretudo com crianças da mesma idade. A adaptação escolar é uma fase difícil pra muitos pais e crianças, graças a Deus não foi o nosso caso, mas é preciso cortar o cordão umbilical, e é uma fase que passa!



 Confira mais algumas dicas que eu tirei de um site para ajudar na adaptação escolar:

1 . Fique ao lado (física e emocionalmente) dos filhos diante da novidade.

2 . Seja verdadeiro e comunique os reais fatores que levaram à decisão.

3 . Acompanhe os passos da mudança.

4 . Encoraje os filhos diante dos primeiro temores.

5 . Converse com os professores e solicite uma comunicação mais próxima.

6 . Pergunte para o filho (a) sobre os desafios de cada dia.

7 . Ajude nas primeiras tarefas, que podem parecer estranhas.

8 . No caso das crianças, proponha um período de adaptação.

9 . Incentive novas amizades.

10 . Promova uma “noite do pijama” em casa e convide os novos amigos.

11 . Não negligencie as solicitações da escola. Cumpra para a criança não ficar constrangida.

12 . Observe a cultura escolar e siga para a criança não se sentir deslocada.

13 . Fique sempre alerta: se os sinais de sofrimento não diminuírem, procure ajuda junto à escola.






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